
Ação ocorre em Santa Catarina e outros quatro estados para desmontar esquema de comércio ilegal e falsificação de documentos.
Uma força-tarefa coordenada pelo Ministério Público de Santa Catarina realizou, na manhã desta terça-feira, a Operação Aruana, com foco no combate ao tráfico de animais silvestres e à falsificação de documentos. Ao todo, são cumpridos 45 mandados de busca e apreensão e 20 de prisão contra 39 investigados.
As ordens judiciais foram expedidas pela Vara Estadual de Organizações Criminosas de Santa Catarina e estão sendo executadas simultaneamente em municípios catarinenses e nos estados do Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo e Bahia.
Em Santa Catarina, as diligências ocorrem em cidades do Litoral e do Norte do estado, incluindo Joinville, Florianópolis, Itajaí e Balneário Camboriú. Também há alvos em Curitiba, na capital paulista e em municípios do interior de São Paulo, além de cidades do Rio Grande do Sul e da Bahia.
A operação mobiliza equipes do Gaeco, da Polícia Militar Ambiental e da 21ª Promotoria de Justiça de Joinville. Durante as buscas, os agentes verificam possíveis situações de animais mantidos ilegalmente em cativeiro. Dois médicos-veterinários acompanham a ação para avaliar as condições dos animais e garantir o encaminhamento adequado.
Documentos e equipamentos eletrônicos apreendidos serão analisados pela Polícia Científica para identificar outros envolvidos e detalhar a estrutura financeira e logística do grupo.
O nome Aruana, de origem tupi-guarani, significa sentinela da natureza e simboliza a vigilância permanente contra crimes ambientais. As investigações seguem sob sigilo e um balanço oficial deve ser divulgado ao longo do dia.
Foto: Gaeco/Divulgação
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